01.3
11

Inflação no Brasil

by Guilherme Augusto ·

A inflação chega a zona de perigo, beirando os 6%, quando a meta é de 4,5%, mais ou menos 2%.

Espero que com a posse de Dilma Rouseff, sua equipe (a de Lula) faça alguma coisa para resolver, ou vamos ter sérios problemas, já que num país que tem seu planejamento estratégico fundamentado nas metas de inflação.

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12.15
10

Espanha em dificuldade

by Guilherme Augusto ·

Fonte:ADVFN Brasil

O mercado amanheceu hoje apreensivo: a agência de classificação de riscos Moodys decidiu colocar a nota de crédito da Espanha em revisão para rebaixamento.

Os investidores reagiram mal à notícia. As principais bolsas européias e futuros norte-americanos abrem o dia em baixa acentuada.

A Espanha precisa refinanciar sua dívida em 2011 e tudo indica que o governo somente conseguirá pagando taxas de juros mais altas aos seus títulos de dívida. A Moodys afirmou que não acredita em um calote da dívida pública espanhola, mas a estrutura de gastos do governo, somada a necessidade de capitalização do setor bancário deve pressionar bastante os gastos públicos.

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11.5
10

A política brasileira: desesperança

by Guilherme Augusto ·

Nas eleições de 2006, diante do seu discurso preparado e inteligente, votei em João Maia.

Em 2010 depois de ver uma entrevista com ele, onde afirmou ter feito parte da equipe de Zélia Cardoso de Melo, senti um certo cinismo nos seus comentários, e isso me fez declinar de repetir meu voto.

Posteriormente veio o caso do seu irmão, Agaciel Maia, e agora do seu sobrinho, por ele indicado para o DENIT, investigado pela acusação de corrupção no órgão.

Me pergunto o que está por traz disso tudo. Vários membros da mesma família com o mesmo tipo de procedimento. O que isso significa?

Seria uma questão de ética familiar, ou a falta dela permeia toda a política brasileira?

Veja o livro O Chefe de Ivo Patarra que comenta os escândalos do governo Lula. Parece que o político brasileiro já se elege buscando “se dar bem”, inclusive aqueles que muitas vezes julgamos como sérios, devido o seu passado que julgamos conhecer.

Começo a entender porque existem tantas pessoas que vão às urnas para anular seu voto.

É a desesperança

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11.4
10

Construção civil deve diminuir o ritmo de expansão em 2011

by Guilherme Augusto ·

Fonte: CNI

Brasília – O ritmo da atividade na construção civil deve se desacelerar no início de 2011, aponta a Sondagem da Construção Civil, divulgada nesta sexta-feira, 29 de outubro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador de expectativa dos empresários em relação às atividades do setor para os próximos seis meses caiu de 65,3 para 60,8 pontos entre setembro e outubro deste ano. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 19 de outubro, com 393 empresas.

“Se o ano de 2010 será lembrado pela forte expansão do setor, os primeiros indícios do ano de 2011 mostram um crescimento mais moderado”, diz a Sondagem. Segundo o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, os empresários estão com expectativas menos otimistas do que no início do ano. Ele lembra que, em janeiro, as expectativas para os seis meses seguintes eram de 70,6 pontos. Os motivos para essa redução do otimismo são o aumento da preocupação dos empresários com as condições financeiras das empresas e a competição acirrada de mercado.

O indicador de margem de lucro operacional das construtoras caiu de 52,4 para 50,2 pontos no terceiro trimestre do ano em comparação com o segundo trimestre. Ao mesmo tempo, o indicador de situação financeira diminuiu de 55,1 para 53,9 pontos. Renato da Fonseca explica que a redução da margem de lucro das empresas é resultado da elevada demanda por matéria prima e por trabalhadores, o que eleva o custo desses itens. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem. Valores acima de 50 pontos indicam crescimento.

Além disso, o indicador do nível de atividade também recuou de 56 pontos em agosto para 53,8 pontos em setembro. Embora tenha perdido o fôlego, o índice permanece, pelo oitavo mês consecutivo, acima do usual para o período. “Não há qualquer sinal de desaceleração da atividade nesse momento. Isso só está previsto para o próximo ano. Esse trimestre ainda é muito bom para o setor”, salienta Fonseca. A queda do indicador foi puxada pelo pior desempenho das médias e grandes empresas, informa a pesquisa da CNI.

A falta de trabalhador qualificado, problema inerente a um forte ritmo de crescimento, é o principal problema apontado pelos empresários da construção civil. A carência de mão de obra foi assinalada por 64% dos empresários no terceiro trimestre do ano, dois pontos percentuais acima do registrado no trimestre anterior. A elevada carga tributária foi o segundo maior problema, sendo registrado por 58% dos empresários pesquisados. Com a falta de profissionais o custo da mão de obra subiu e passou do quinto para o terceiro principal problema apontado pelas empresas. O problema foi assinalado por 30,2% dos empresários pesquisados.

CNI

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11.4
10

Vergonha na política do Rio Grande do Norte

by Guilherme Augusto ·

O Deputado Estadual Gilson moura, reeleito para novo mandato, renuncia para que o Sargento Siqueira, suplente, assuma sua vaga e mantenha o foro privilegiado no julgamento da operação impacto.

São políticos com essa índole que o povo do Rio Grande do Norte elege?

Segundo a Tribuna do Norte, Gilson não é mais localizado pela reportagem, não atende telefone, nem retorna ligações.

O fato teria sido articulado na recente campanha eleitoral, pelo partido verde.

Não há muito o que se falar sobre isso, a não ser o registro de minha indignação.

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11.1
10

Dilma Rousseff: a nova presidente do Brasil

by Guilherme Augusto ·

Dilma Rousseff ganhou. O que eu temia e que era preconizado pelos institutos de pesquisas aconteceu.

Uma eleição fundamentada na mentira, como o caso do pré-sal que vem sendo pesquisado desde a década de 50 e há muito vem produzindo, da própria forma de capitalização da Petrobrás sem inversão de recursos, e que agora serviu de argumento para sua eleição.

Outra preocupação é a continuidade de um governo cujos números preocupam, como a dívida interna, números na área de educação, inflação e câmbio, que já demonstra deterioração econômica.

Por fim, a personalidade da própria presidente.

De qualquer forma, é ela a nova presidente do país, e torço para estar enganado em relação às críticas que fiz. Desejo sinceramente que ela faça um bom governo e que meu país cresça sob sua orientação.

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10.23
10

Veja a defesa da democracia por Hélio Bicudo

by Guilherme Augusto ·

Somos nós os responsáveis pelo futuro do país. Depois de elegermos nosso presidente, entre os dois, apenas uma caminho deverá ser seguido por ele. O caminho certo! Não há volta. Se errar, seremos nós que pagaremos o preço.

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10.18
10

Os verdadeiros números do governo Lula. Outras informações.

by Guilherme Augusto ·

No debate da RedeTV Dilma omite informações quando fala sobre a dívida do Brasil.

Segundo ela, o país pagou a dívida externa, o que é verdade, mas omite que antes não tivesse sido paga, pois o dolar se desvalorizou frente a outras moedas, o que significa que estaríamos devendo menos em real se ainda tivéssemos nossa dívida atrelada a moeda estrangeira.

O resultado é que entre março a agosto, a dívida interna do governo federal foi de míseros R$ 2.905.320.000,00, ou quase 3 trilhões de reais, equivalente a 1,75 Trilhão de dólares, segundo o Banco Central do Brasil.

Não tendo plano de governo se resume a ficar comparando o governo Lula com o de FHC de forma tão insistente, quanto chata, repete de forma contumaz que vai dar continuidade às realizações de Lula.

Ainda ficou acusando Serra de privativista cobrando dele uma postura pro-ativa para a Petrobrás comprar a Gás Brasiliano. Veja abaixo o que diz o RESAN – Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, e veja a matéria completa.

“…Este modelo cruzado pode ser um facilitador para a fusão entre as duas distribuidoras do ponto de vista regulatório. A negociação tem de passar pelo crivo da Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp). Com a presença prévia de Petrobras e Cosan no capital tanto da Comgás quanto da Gas Brasiliano não se configuraria uma troca de controle em qualquer uma das duas empresas. Faltaria apenas combinar com o Cade. Juntas, as duas concessionárias dominariam aproximadamente 80% da distribuição de gás em São Paulo.”

Suas perguntas sempre são articuladas com acusações embutidas, levando Serra, e ela própria, a deixar de falar dos reais problemas brasileiros e a busca de soluções, frustrando os telespectadores.

Suas acusações caem quando Serra pergunta porque em oito anos o governo não corrigiu “distorções” graves deixadas pelo governo FHC, e só agora no período eleitoral diz que vai atacar esses problemas.

Por outro lado, o segundo mandato de Lula, sucedeu o governo Lula, não o governo FHC.

No tocante aos escândalos, preferiu não responder, saindo pela tangente. Quando perguntada sobre sua escolha de trazer Erenice Guerra para a Casa Civil, relacionando esse erro com a eventual formação do seu ministério, afirmou apenas sua auxiliar errara, e que ela estaria sob investigação da Polícia Federal.

A quem ela pretende enganar?

Por fim, seus marqueteiros não tiveram como interferir no seu destempero, quando perdeu a compostura solicitando um direito de resposta, negado. Nesse momento caiu sua máscara.

Serra é ruim? Pode ser que sim, também teve falhas fugindo às perguntas sobre a educação em São Paulo. O problema é: preferimos ser governados por uma pessoa que não tem controle emocional no gerenciamento de crises, que não tem programa de governo definido, e que deseja dar continuidade a um governo cujos números assustam?

Façamos nossa escolha, ela é livre, mas as consequências serão de nossa responsabilidade, do mesmo jeito que somos responsáveis pelos números atuais apresentados pelo próprio governo Lula.

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10.14
10

Verdades sobre o governo Lula

by Guilherme Augusto ·

O governo Lula mente quando apresenta resultados e compara sua gestão com a gestão do governo FHC.

Com dados como os apresentados pelo IBGE, além da cara de pau de Dilma, ela quer nosso voto para aplicar como programa de governo, a continuidade.

“A taxa de analfabetismo das pessoas de 10 anos ou mais de idade caiu de
16,4%, em 1992, para 10,9%, em 2002″ Fonte: IBGE

“A taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, no Brasil,
em 2009, foi de 9,7% correspondendo a 14,1 milhões de analfabetos.” Fonte IBGE

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10.3
10

Os verdadeiros números do governo Lula

by Guilherme Augusto ·

Fonte: IBGE

Analfabetismo
A taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, no Brasil, em 2009, foi de 9,7% correspondendo a 14,1 milhões de analfabetos. Em relação a 2008, quando a taxa foi estimada em 10,0%, houve uma redução de 1,0% no número de analfabetos. De 2004 para 2009, a taxa de analfabetismo caiu 1,8 ponto percentual.

A taxa de analfabetismo mostrou-se crescente com a idade, comportamento observado em todas as Grandes Regiões. A Região Nordeste registrou as maiores taxas em todas as faixas de idade.

Escolarização
A população de 10 anos ou mais de idade atingiu, em 2009, 7,2 anos de estudo em média, um aumento de 0,6 ano em relação a 2004.

A taxa de escolarização das crianças de 6 a 14 anos de idade foi de 97,6% em 2009, um aumento de 1,5 ponto percentual em relação a 2004.

População ocupada
Do contingente de 101,1 milhões de pessoas na força de trabalho, 91,7% estavam trabalhando e as demais procurando por trabalho. A população ocupada em 2009, estimada em cerca de 92,7 milhões, não se alterou significativamente frente a 2008 (aumento de 0,3%). Cabe destacar ainda que tal população representava 56,9% das pessoas de 10 anos ou mais de idade. Esta estatística, denominada nível da ocupação, sofreu redução em relação a 2008, quando foi estimada em 57,5%. Em 2004, este indicador havia sido estimado em 56,5%. Uma análise mais detalhada revelou que o nível da ocupação caiu, principalmente, nas faixas etárias mais jovens.

População desocupada
Em 2009, a população desocupada foi estimada em 8,4 milhões de pessoas, apresentando um acréscimo de 18,5% em relação a 2008, quando o número de desocupados era pouco superior a 7 milhões. Ressalta-se que, em 2007, o contingente de pessoas desocupadas fi cou próximo a 8 milhões. Em 2004, havia 8,2 milhões de pessoas desocupadas no País.
A estabilidade no contingente de ocupados, associada ao crescimento de pessoas desocupadas, trouxe como consequência a elevação da taxa de desocupação, que passou de 7,1%, em 2008, para 8,3%, em 2009, interrompendo a trajetória de queda iniciada em 2006.

Trabalhadores agrícolas versus não agrícolas
Cerca de 15,7 milhões de trabalhadores estavam em atividade agrícola. A participação destes trabalhadores, em 2009, era de 17,0%, em 2004, era de 21,1%.

Trabalho infantil
Em 2009, havia no País 4,3 milhões de trabalhadores de 5 a 17 anos de idade; em 2004, este contingente era 5,3 milhões. Cerca de 123 mil desta população, em 2009, era composta por crianças de 5 a 9 anos de idade; 785 mil tinham de 10 a 13 anos de idade; e 3,3 milhões, de 14 a 17 anos de idade. O nível da ocupação continuou a tendência de declínio, observada nos anos anteriores, nessas três faixas etárias e os homens continuaram a ser a maioria entre as pessoas ocupadas neste contingente de 5 a 17 anos de idade.

Indicadores do período de 1992 a 2009
Os comentários, a seguir, têm como propósito efetuar uma comparação histórica, considerando o período de 1992 a 2009, e, para isso, os resultados foram harmonizados com a cobertura geográfica da PNAD existente até 2003, quando a pesquisa cobria todo o País exceto as áreas rurais de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá.
A taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 anos ou mais de idade vem decrescendo ao longo dos últimos anos. Segundo estimativas da PNAD, em 1992, essa taxa foi de 17,2%, atingindo 9,6% em 2009. No período de 1995 a 2004, segundo dados da UNESCO, a taxa média de analfabetismo na América do Sul foi de 9,3% (REGIONAL…, 2008) enquanto no Brasil, segundo a PNAD, foi de 13,2%. De acordo, ainda, com essas fontes, para o período de 2005 a 2008, a taxa média de analfabetismo foi de 8,1% para a América do Sul e de 10,3%, para o Brasil. Segundo esses dados, ainda que o Brasil tenha registrado taxa média de analfabetismo superior à da América do Sul, no segundo período essa diferença caiu para 2,2 pontos percentuais, tendo sido de 3,9 pontos percentuais de 1995 a 2004.

Veja mais na página do Penad(IBGE)

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